Posts Marcados Com: memória empresarial

Voz do Clinte – Rosa da Luz

Rosa da Luz, sócia-fundadora da Luz & Oliveira Contadores, sediada em Joinville, compartilha sua experiência e a de seus colaboradores no processo de construção do livro que escrevemos celebrando 21 anos de história da empresa. “Como nós somos contadores, a gente percebeu o quanto podemos ser contadores de histórias.”

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B&P na TV Vanguarda

Nossos meses de janeiro e fevereiro parecem ter seguido o ritmo de final de ano e as coisas por aqui não pararam.

Preparamos o fechamento de dois belos projetos (logo mais daremos notícias), mergulhamos na escrita e edição de mais dois livros e ainda tivemos a oportunidade de conversar com Carlos Abranches, em seu programa Vanguarda Comunidade, veiculado pela TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo no Vale do Paraíba.

O convite para Regina Rapacci falar sobre registro de memórias e histórias de vida foi uma alegria para nós. Além disso, tivemos o privilégio de reencontrar duas clientes que já passaram por nós e carregam hoje suas histórias (empresa e família) eternizadas no papel.

Sem mais delongas, aqui seguem os três blocos do programa:

Vanguarda_bloco01

Bloco 01

Vanguarda_bloco02

Bloco 02

Vanguarda_bloco03

Bloco 03

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Lançamento – Paviloche 25 anos

Todo livro tem um sabor diferente. Mas se for para falarmos em termos literais, este no qual contamos a história da Paviloche – marca de sorvete localizada em Joiville, Santa Catarina – dá água na boca de qualquer um. É que além de todos os ingredientes que constroem uma história, como coragem, perseverança, acertos, erros, lições e união, o fio condutor desta narrativa são essas delícias geladas!

Seu Jair e dona Ivete Pavinato rumaram da confecção de linhas e lãs que aqueciam as pessoas no inverno para a fábrica e lojas de sorvete que nos refrescam no verão (bom, e no friozinho também, por que não?). Mudaram do Rio Grande do Sul para Santa Catarina, onde recomeçaram quando já tinham mais de 40 anos. Construíram uma marca de sucesso que, além de completar 25 anos em 2015, é honrada pelos filhos do casal, Douglas, Doriane, Diógenes e Diego.

Celebramos por ouvir e contar mais uma história que agora está eternizada em livro! Está garantida a perenidade de tantas passagens que trazem significado para as atuais e próximas gerações, além de resignificar para aqueles que a vivenciaram desde seus primeiros anos. Que o futuro continue sendo próspero e saboroso!

Paviloche 01

Abaixo, o prólogo do livro Paviloche 25 anos – Uma história de sabor, harmonia e felicidade:

“Era uma tarde quente qualquer no distrito de Ipiranga, na pequena cidade de Getúlio Vargas localizada no interior do Rio Grande do Sul. A correria da gurizada era daquelas que dispara o coração de tanta liberdade. O menino, por volta dos seus sete anos, repleto de entusiasmo, brincava com os amigos ao redor de um bar onde, nos finais do dia, depois da jornada de trabalho, agricultores locais se encontravam para jogar conversa fora e tomar um trago.

Após a brincadeira, os garotos suados, invariavelmente entravam no estabelecimento e pediam aos pais uma moeda para comprar um picolé feito pelo próprio dono do lugar. Embora os colegas rodopiassem ao seu redor, naquele dia, como em tantos outros, o menino estava só. Ao seu lado não havia nem seu pai e nem ninguém que lhe oferecesse a delícia gelada. Ele, apesar de tentado, também não pedia. Enquanto todos se refrescavam, chupando picolé, a ele – entre seus sentimentos e silêncio – restava apenas chupar o dedo.

A ingrata privação trouxe um amadurecimento precoce para o menino, mas de forma alguma lhe roubou a alegria. Ao contrário, trouxe a determinação em ser alguém na vida, alguém feliz! Ali, Jair fez um acordo consigo mesmo: “Quem pagará meu picolé serei eu”. E assim foi.”

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A crise e a crise de identidade

old-fashioned-accountancy-007Tempos bicudos? Parece que sim. Mas uma coisa é certa: essa não é a primeira crise econômica que vivemos e tampouco será a última. Há quem diga que em épocas como essa, o dinheiro não desaparece, apenas troca de mãos. Aliás, se alguém puder dar uma dica de quais mãos sãos essas, seja bem-vindo!

Por pior que a situação pareça, o verdadeiro problema acontece quando a falta de dinheiro nos faz esquecer de quem somos. Pudera: certas vezes associamos o ter ao ser e, na escassez material, chegamos até mesmo a refletir se estamos no caminho certo, ignorando que foi este mesmo caminho que nos trouxe outros tantos sucessos e satisfações.

E é aí que o processo de resgate da memória tem um valor ainda maior.

Se deixarmos o saldo de nossas contas dizer quem somos, ficamos fadados à triste escassez. Mas se mergulhamos em nossas raízes, origens, de onde viemos e como fomos forjados, aí, em tempos nebulosos, temos a capacidade de perder o sono, mas não o brilho! Somos a somatória das nossas vivências, das pessoas com as quais resolvemos nos relacionar, das nossas escolhas, vitórias e desafios.

E conforme vamos nos apoderando daquilo que nos construiu, incorporamos uma força vital que resgata nosso orgulho, coragem e a fé daquilo que somos e que, afinal, somos nós quem damos o tom à vida – numa sequência de acordes, graves e agudos, é verdade – e podemos escolher como dançar conforme a melodia.

Por isso, em tempos de crise, fique atento à economia que você vai fazer. Não adie aquilo que nem o tempo e nem o dinheiro compram. Viva o presente com sua essência e não com o medo que disfarça a parálise em nome de previdência. É importante, sim, contar dinheiro, mas isso não é tudo. Conte também sua história. Afinal, ela é uma grande e nobre fonte de riqueza.

Um dos exemplos mais simbólicos que a Biografias & Profecias pôde acompanhar aconteceu no ano passado, quando estávamos escrevendo o livro À luz dos números, onde contamos a história da Luz & Oliveira, uma empresa de contabilidade de Joinville, cuja história inspira qualquer empresário, independente de sua área.

0d9ee74db58a7bc19a148b1ae3cd3514Enfim, após fazermos as diversas entrevistas e apresentarmos o texto original para a aprovação dos diretores, Rosa da Luz, sócia fundadora da empresa, pediu um tempo para nós: assim que acabou de ler os capítulos, refletiu sobre como seu livro deveria acabar. Ou seja, qual rumo ela gostaria que seu escritório de contabilidade tomasse a partir do presente? Quais seriam os próximos capítulos?

Rever seu passado foi um gatilho para novas tomadas de decisões que, por sua vez, foram possíveis graças ao processo de resgate que havíamos proporcionado durante aqueles nove meses de produção do livro. Rosa não passava por uma crise financeira, mas seu despertar como empresária a fez olhar seu negócio de maneira mais lúcida – um olhar que, em tempos de crise, se faz mais do que bem-vindo e essencial.

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Ego é uma coisa, identidade é outra

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Por mais que o interesse em histórias de vida tenha ultrapassado as fronteiras das figuras célebres, muitas pessoas acreditam que suas vidas não renderiam um livro por elas serem pessoas comuns, ou não terem alcançado um patamar, digamos, olimpiano.

Bom, primeiramente partimos do princípio de que não existem as tais “pessoas comuns”. Todos temos nossas singularidades formadas pelos nossos sonhos, ensejos, talentos, dificuldades, dúvidas e conquistas. Não importa se o indivíduo viveu como empresário, professor, artista ou dona de casa.

Para alguns, no entanto, parece que transformar sua vida em livro é um certificado de vaidade ou de autopromoção. Isso pode ser verdade – o livro pode ser usado para esse tipo de ferramenta, mas se não for feito com verdade e autenticidade, suas páginas não se sustentam (mas isso é assunto para um outro post…)

O que queremos tratar aqui é que existe um certo pudor, uma sensação da falta de merecimento em protagonizar uma história – mesmo que cada um seja de fato o protagonista de sua própria. Sendo assim, um empresário que superou suas dificuldades, um professor que tanto aprendeu e se dedicou a passar conhecimento aos alunos, um artista que elevou a alma de seu público, a dona de casa que contribuiu para formação de seus filhos… Todos têm livre acesso ao Monte Olimpo – um Olimpo humano, não repleto de deuses, mas onde vive gente de verdade, que sabe o quanto valeu a pena fazer o que foi feito.

Quando se trata de livros empresariais, essa insegurança acomete o líder (muitas vezes o próprio idealizador da empresa). Ele deseja contar sobre sua obra, mas vem com todo o cuidado de não se colocar em sua história, de não se expor, de não “aparecer demais”. Oras, produtos ou departamentos físicos não contam histórias! Quem conta é exatamente quem a construiu, são as pessoas, as mentes e almas repletas de vida e que proporcionam as engrenagens que movem o mundo. Como dissemos, a intenção não é de se construir a imagem do “invencível”, mas sim do ser humano por trás dos números e realizações.

Quando se trata de memórias familiares, há esse receio também, mas parece que as pessoas já enxergam este tipo de livro como um instrumento que será um meio de dialogar com as gerações seguintes, de forma a terem um contato mais próximo sobre suas origens. É uma maneira de resgatar traços de sua identidade acima de qualquer intenção egoica de se ter um livro sobre sua vida, pois ego é uma coisa, identidade é outra. Ego passa, identidade sobrevive. Ego é vaidade, identidade é lastro.

Sendo assim, seguimos com nosso lema de que cada um é herói de sua jornada e todo herói merece ter sua história contada.

A intenção de se ter suas memórias eternizadas já é um motivo mais do que suficiente para registrá-las.

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“À luz dos números” é o nosso mais recente livro!

Acreditem, contabilidade tem sua poesia e essa empresa tem mais ainda. No dia 22 de novembro, tivemos a alegria de participar do lançamento do livro da Luz & Oliveira Contadores, em Joinville, Santa Catarina.

De uma história de amor a inúmeros encontros, o livro À luz dos números, escrito por Regina Magalhães e Rodrigo Casarin, fala do valor da família e do poder da inquietude de uma jovem que se coloca em movimento e, junto a seus sócios, empreende um respeitável negócio.

Num jantar charmoso e dançante, a noite foi de pura celebração. Rosa, Fernão, Waldir, Marcelo e equipe, que vocês continuem contando histórias que contribuem para a realização de sonhos e prosperidade!

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Nosso primeiro vídeo está no ar!

A história a gente conta, mas é difícil traduzir em poucas palavras o sentimento de alguém que tem uma história ou uma passagem importante de sua vida registrada em livro por nós.

Todo o processo de construção é muito especial. Os encontros, o resgate da memória, a construção da história, as leituras e o resultado. Valorizamos e somos valorizados pela qualidade de cada etapa. Nossos clientes e os leitores de hoje e de amanhã agradecem o presente!

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