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Lançamento – Reminiscências

Um dos trabalhos que nos marcaram neste ano de 2016  foi o livro de comemoração ao centenário de Amélia Costalonga Varejão.

Este belo projeto familiar já havia sido iniciado há anos, escrito em forma de fragmentos de lembranças ditadas por Amélia e escritas por sua filha, Maris Stella. Com o tempo, as memórias foram complementadas por outros familiares, como um tecido de histórias.

Todas essas narrativas estavam transcritas em dois cadernos e os filhos de Amélia sentiam falta de uma formatação para esse registro. Hoje, quando a memória da protagonista já não alcança tantos detalhes, o registro está garantido. O livro, chamado Reminiscências, foi o grande símbolo da festa de aniversário de seus 100 anos de idade, na presença de netos e bisnetos. Além de conter todo esse registro por escrito, há fotos de Amélia e cada núcleo familiar de seus nove filhos.

Para deixar o trabalho ainda mais completo, fizemos uma segunda encadernação – esta de páginas em branco – com o nome Mensagens, especialmente para receberem as palavras dos convidados durante a festa (além dos novos capítulos dessa história a serem escritos a mão pelos filhos a partir de agora).

Fica aqui nossa gratidão à Amélia e família pelo privilégio de realizarmos mais este projeto!

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Novo livro: Encontros que celebram a vida

Sabemos que dizer que se trata de um “projeto especial” já está ficando repetitivo na nossa história. Mas fazer o quê? Não podemos nos queixar desse nosso trabalho!

Então mais uma vez, afirmamos em alto e bom som: este foi um livro muito especial. Ficamos honrados em contar essa história que foi assim…

Em novembro do ano passado, fomos chamados pela família desta biografada, pois queriam presenteá-la em seu aniversário, no dia 28 de fevereiro. O tempo era curto, mas viável de se fazer algo do tamanho de uma bela homenagem. Conversamos com o marido, os filhos e com a própria protagonista da história, que, sem desconfiar de nada, nos contou um pouco sobre algumas passagens de sua vida. Em paralelo, colhemos depoimentos daqueles que cruzaram e que fazem parte de sua vida. Familiares, amigos, colaboradores…

A surpresa estava garantida!

Decidido que o livro viria dentro de uma caixa, a filha da biografada nos contou que a mãe adorava trabalhos em patchwork e conhecia uma costureira ideal para providenciar este tecido, que usamos para encapar o exterior da caixa. Na parte interna, um tecido menos espesso e mais neutro.

Compondo a narrativa de sua vida, o projeto gráfico contou com fotos de sua história e elementos gráficos que conversam com sua personalidade… No caso dela, algo suave e alegre, com pinceladas a presença de aquarelas. Dessa forma, aquarelas da própria homenageada ilustram os inícios de cada capítulo.

Foi um desafio para a família selecionar dezenas de fotos sem que ela percebesse. Mas valeu a pena!

 

 

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Lançamento: Figurinha – O Palhaço sobre rodas

É com muita alegria que noticiamos, para nossos respeitabilíssimos  leitores, a entrega de mais um projeto dentro da variedade de opções de formatos que os textos biográficos comportam. Alegria também estar no terceiro projeto do gênero com o Circo Navegador, que nesta realização contou com o importante apoio do Proac – lei estadual de incentivo à cultura.

Trata-se de uma revista que conta a biografia de Nelson Garcia, o Palhaço Figurinha, integrante de dois dos circos mais tradicionais e famosos do Brasil (o Garcia e o Piolim) nas décadas de 40 e 50.

Representante estelar da arte da diversão, Nelson Garcia iniciou a carreira sob a alcunha de Pinguim, antes de ser rebatizado pelo seu pai (o qual compreendemos perfeitamente, afinal, um pinguim nos trópicos só podia ser coisa de uma gigantesca Figura, epíteto suavizado pela quantidade de carinho que inspirava).

Com o advento da televisão, o circo – antes de ver sua arena virar antena – foi por muitos anos a maior fonte de entretenimento e cultura da sociedade, inclusive no Brasil, visitando e disseminando a sua magia tanto nas capitais quanto nas regiões mais recônditas do país.
Além de alimentar o aspecto lúdico intrínseco à natureza humana, o circo foi um dos laboratórios das primeiras experiências do que chamamos hoje de globalização. Não em referência ao Globo da Morte, que contava com a participação do Figurinha pedalando sua bicicleta em meio às motos de roncos selvagens que aceleravam a respiração e batimento cardíaco de toda a plateia. Mas sim pelo fato de ser um veículo de informação, que transitava levando todo um universo para as pequenas cidades. Sob a lona, o resultado da criação e convívio de artistas provenientes de várias etnias e ascendências como alemães, poloneses, russos, ciganos e dá-lhe etc.!

Imagine as experiências que essa comunhão podia proporcionar, ainda mais nas excursões que as companhias faziam pelo interior dos interiores em cidades do nordeste, por exemplo?

Figurinha, que hoje brilha nos picadeiros celestiais, também se caracterizava por uma completa adaptação entre as dimensões moderna e tradicional de um mundo em constante mudança. Se por um lado a TV diminuía o público do circo, por outro dava asas para Nelson Garcia, que aprendeu a consertar os aparelhos então futuristas, formando-se técnico em Rádio e Televisão e aproveitando sua habilidade plenamente desenvolvida em montar e desmontar seus outros engenhos: as bicicletas.

Outra amostra dessa capacidade se deu quando uniu a ancestral carreira de palhaço com uma atividade de vanguarda na década de 60: a de garoto propaganda, contratado pela Monark.RevistaFigurinha_capa

Igual know-how a Biografias & Profecias procura desenvolver em seus trabalhos biográficos ao fazer a ponte entre a memória e a contemporaneidade, seja de pessoas, famílias ou de empresas. Aliás, esta revista também vem para homenagear a família Garcia como um todo.

Revisitar o passado não é um exercício destinado a cultivar um saudosismo inócuo, mas sim a reavivar as fragrâncias das flores de nossos sentimentos ainda tenros, ainda brotos. Sim, esse pode ser o aroma do antigo, uma rosa perfumada de uma bela recordação. Assim, damos um passo para saber de onde viemos e quem somos, enquanto o “para onde vamos” vai se aproximando, sempre iminente e imanente.

“A alegria é o sinal pelo qual a vida marca o seu triunfo”
Alexis Carrel

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Lançamento de livro: “Uma vez Caramuru…”

Sempre alerta!

Não podemos deixar o mês de novembro passar sem compartilhar mais um projeto que realizamos e que teve seu lançamento ainda no começo do mês, numa data muito especial para este grupo.

Em meados de 2015, o Grupo Escoteiro Caramuru nos chamou para ajudá-los a realizar o livro comemorativo dos seus 60 anos. Eles já haviam colhido grande parte dos depoimentos das pessoas que fizeram parte de sua história, e principalmente daqueles que hoje trabalham com dedicação para manter o espírito do grupo. São pais, mães, simpatizantes, além dos próprios jovens escoteiros.

Diante daquela série de depoimentos, cada um à sua maneira, prezando por detalhes, momentos de descontração ou relatos mais sérios e factuais, nos colocamos no desafio de ordenar a história, encontrar um roteiro e uma linguagem equilibrada.

Além disso, passamos por algumas reuniões para entender melhor alguns termos do escotismo, além do vocabulário japonês. Sim! É que este grupo é característico por ter sido originado na comunidade de imigrantes japoneses em São Paulo. Uma das figuras mais importantes da história é Ryozo Osoegawa, conhecido carinhosamente como Chefão.

E foi na celebração do aniversário de falecimento deste líder, que em 2015 completa 20 anos, que o Grupo Escoteiros Caramuru escolheu para o lançamento do livro Uma vez Caramuru…

A festa ocorreu acompanhada de bolos, frutas, salgados e os saborosos doces de nozes e quindim. Diversas gerações confraternizaram e apreciaram as histórias, predominantemente contadas por gerações mais antigas de escoteiros. Uma dessas histórias foi relembrada pelo querido Buda, que chegou a arrancar risos da plateia. Contou ele que em sua época de escoteiro estava se escondendo de um grupo rival junto aos amigos. Era necessário que todos ficassem em silêncio para que não fossem descobertos, porém um deles acabou soltando um pum que desencadeou uma série de altas risadas revelando o pequeno grupo aos adversários. Depois dos risos, deixou um emocionante recado para as próximas gerações.

Com muitos cantos e gritos de guerra, ao final os lobinhos, pioneiros e seniores formaram rodas e pularam girando para celebrar além de tudo o forte laço entre eles, característica marcante do grupo. Mesmo com o clima nublado e fresco, a chama da união se mantinha acesa e aquecendo a todos, como uma grande fogueira.

Para nós, mais um dever cumprido!

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Compartilhamos aqui um trecho do livro que destaca essa união tão presente no Grupo de Escoteiros Caramuru, quando fala sobre um dos trabalhos de artesanato:

“Tradicionalmente, as mães do Artesanato doam duas colchas de patchwork confeccionadas durante todo o ano, montadas pedaço por pedaço e rifadas no Bazar. Longe de ser somente um bonito prêmio para os vencedores do sorteio, esses itens retratam o compromisso e o senso da união escoteira: todos os pais e mães colaboram na costura dos pedaços de tecidos, geralmente doados ao grupo – uma tradição iniciada pela saudosa Paula Hori.

Certa vez, alguém perguntou: “Por que são cortados pedaços tão pequenos de tecido para fazer uma colcha tão grande, quando seria muito mais fácil concluí-la se os pedaços fossem maiores?” A resposta estava no próprio resultado: ‘É que um grande trabalho se faz a partir de pequenos pedaços e muitas mãos.'”

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Lançamento – Paviloche 25 anos

Todo livro tem um sabor diferente. Mas se for para falarmos em termos literais, este no qual contamos a história da Paviloche – marca de sorvete localizada em Joiville, Santa Catarina – dá água na boca de qualquer um. É que além de todos os ingredientes que constroem uma história, como coragem, perseverança, acertos, erros, lições e união, o fio condutor desta narrativa são essas delícias geladas!

Seu Jair e dona Ivete Pavinato rumaram da confecção de linhas e lãs que aqueciam as pessoas no inverno para a fábrica e lojas de sorvete que nos refrescam no verão (bom, e no friozinho também, por que não?). Mudaram do Rio Grande do Sul para Santa Catarina, onde recomeçaram quando já tinham mais de 40 anos. Construíram uma marca de sucesso que, além de completar 25 anos em 2015, é honrada pelos filhos do casal, Douglas, Doriane, Diógenes e Diego.

Celebramos por ouvir e contar mais uma história que agora está eternizada em livro! Está garantida a perenidade de tantas passagens que trazem significado para as atuais e próximas gerações, além de resignificar para aqueles que a vivenciaram desde seus primeiros anos. Que o futuro continue sendo próspero e saboroso!

Paviloche 01

Abaixo, o prólogo do livro Paviloche 25 anos – Uma história de sabor, harmonia e felicidade:

“Era uma tarde quente qualquer no distrito de Ipiranga, na pequena cidade de Getúlio Vargas localizada no interior do Rio Grande do Sul. A correria da gurizada era daquelas que dispara o coração de tanta liberdade. O menino, por volta dos seus sete anos, repleto de entusiasmo, brincava com os amigos ao redor de um bar onde, nos finais do dia, depois da jornada de trabalho, agricultores locais se encontravam para jogar conversa fora e tomar um trago.

Após a brincadeira, os garotos suados, invariavelmente entravam no estabelecimento e pediam aos pais uma moeda para comprar um picolé feito pelo próprio dono do lugar. Embora os colegas rodopiassem ao seu redor, naquele dia, como em tantos outros, o menino estava só. Ao seu lado não havia nem seu pai e nem ninguém que lhe oferecesse a delícia gelada. Ele, apesar de tentado, também não pedia. Enquanto todos se refrescavam, chupando picolé, a ele – entre seus sentimentos e silêncio – restava apenas chupar o dedo.

A ingrata privação trouxe um amadurecimento precoce para o menino, mas de forma alguma lhe roubou a alegria. Ao contrário, trouxe a determinação em ser alguém na vida, alguém feliz! Ali, Jair fez um acordo consigo mesmo: “Quem pagará meu picolé serei eu”. E assim foi.”

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Lançamento de livro: Semeando sonhos

IMG_9177_reduzidaCelebramos na semana passada o lançamento de mais uma biografia, agora do querido José Nicodemos Pereira Lopes.

Este livro foi assim: em janeiro de 2014 marcamos o primeiro encontro com aquele que seria nosso próximo biografado: tratava-se de um engenheiro, um perito, um professor da FEI. Aos sessenta e poucos anos, ele queria deixar registrada sua história e a história de suas origens humildes para o seus filhos e garantir que essa trajetória não se apagasse para as gerações seguintes. Nicodemos já tinha este sonho há tempos, observando a riqueza de sua trajetória e ciente de que em algumas culturas é muito comum as famílias terem um livro com o registro de suas histórias.

Essa premissa é o que o rege também o nosso trabalho e – por mais que algumas pessoas estranhem a biografia de alguém “comum”, ou seja, que não está entre as celebridades que vemos na TV ou nas revistas – o ensejo não nos soou estranho. Para nós, que trabalhamos com histórias de vida, não existem pessoas “comuns”.

A surpresa, na verdade, veio quando nos deparamos com aquele senhor que nos abriu a porta de seu escritório naquela manhã.

Como observadores das palavras ditas, mas também das não ditas, ficamos surpesos com a simplicidade do Nicodemos. Se tínhamos uma imagem pré-concebida de um engenheiro, mestre, perito oficial da Justiça, cidadão são-bernardense… aquele pré-conceito caiu por terra naquele instante. E então uma imagem nova, original, começou a se mostrar como tinta fresca em nosso papel em branco quando Nicodemos, com sua voz doce e espírito calmo, começou contar sobre sua vida, começando pela infância. A poeira, o pé no chão e o sonho alto. Ah, e sua risada incomparável!

De uma hora para outra, nos sentimos em casa. “O Nordestino é um poeta, é um artista”, ele nos disse logo no primeiro encontro, quando contou sobre seus pais e pessoas que conhecia. E nos deparamos então com exímio contador de histórias.

E contar histórias não é fácil. Organizar uma vida toda e pensar na maneira de conduzir o leitor é um processo cuidadoso, repleto de armadilhas – sejam as armadilhas da memória ou dos próprios fatos – que são muito particulares de cada livro.

IMG_20150904_200852101_reduzidaNicodemos, em especial, foi um grande companheiro do nosso trabalho. Apaixonado pela história, confiou a nós a realização deste livro, cuja matéria-prima foi generosamente entregue por eleseus familiares e amigos de diferentes épocas e contextos. Portanto ficam os agradecimentos também a todos aos quais pudemos escutar e que compartilharam trechos dessa história. Muitas dessas histórias, contadas com envolvimento e paixão, facilitaram significativamente o trabalho da escrita.

Quando o processo de um livro deste se conclui, não é raro ouvirmos afirmativas do tipo “puxa, fomos até vocês para fazer um livro, mas jamais imaginávamos a experiência que vem junto deste resgate todo!”. No final, o livro acaba sendo mesmo o resultado de um grande mergulho na memória de cada um dos entrevistados, além de toda a emoção ao revisitar fotos, cartas e até mesmo o reencontro entre pessoas que há muito não se viam.

Esperamos que a satisfação de Nicodemos, seus familiares e amigos tenha sido tão grande quanto a da Biografias & Profecias, de fazermos parte deste rico processo biográfico.

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A editora Regina Rapacci Magalhães com Nicodemos Pereira Lopes, o biografado, e Fred Linardi, autor do livro.

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Início do primeiro capítulo.

 

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Lançamento do livro Bem-aventuradas histórias

0149_Comu_abcdetodosO que acontece quando se juntam 22 empresas de áreas distintas, mas com o objetivo em comum de construir mercados mais éticos, humanos e prósperos? E quando essas empresas, decidem contar o que vivenciaram em seus encontros em torno do desejo de inspirar novos líderes para a chamada Nova Economia?

A Comunidade ABCdeTodos surgiu entre empresários metanoicos, a princípio sediados nas cidades do ABC, mas que com o tempo abriu espaço para os interessados vindos da cidade de São Paulo e litoral paulista – por isso que é de Todos! – enriquecendo ainda mais a diversidade de visões e experiências.

Cada um deles tem sua trajetória, sua realidade, seu olhar sobre o mundo, mas se propuseram a vivenciar juntos um ideal de bem-aventurança. E aí está o caldo para contarmos sobre tudo isso – desde seus perfis pessoais e de suas empresas, assim como os momentos em que se colocam para realizarem uma ideia.

A obra acabou se tornando parte de um processo coletivo de criação. Dá para imaginar o desafio?!
Pois não só dá para imaginar, como também conferir o resultado. Este foi o motivo de grande celebração brindado num animado coquetel, com boa música e encanto na noite de lançamento do livro Bem-Aventuradas Histórias!

A abertura da cerimônia foi feita por Viviane Batista e Cibele Matiusso, uma das idealizadoras da Comunidade. Em seguida, Regina Magalhães (sócio-fundadora da Biografias & Profecias e escritora deste livro), mandou seu recado além-mar, num vídeo diretamente de Paris; complementada pelo seu sócio Fred Linardi, editor da obra e que a representou nesta comemoração. Por fim, a mensagem foi categoricamente selada por Roberto Tranjan, idealizador e sócio da Metanoia.

Um viva para todos!!

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Fred Linardi e Cibele Matiusso.

Fred Linardi e Cibele Matiusso.

Fred Linardi e Roberto Tranjan ao centro, com Frederico Boldrin e Carlos Durães, ambos da equipe da Biografias & Profecias.

Fred Linardi e Roberto Tranjan ao centro, com Frederico Boldrin e Carlos Durães, ambos da equipe da Biografias & Profecias.

Líderes da Comunidade ABCdeTodos reunidos.

Líderes reunidos.

Roberto Tranjan confere o livro durante o evento.

Roberto Tranjan confere o livro durante o evento.

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Novo livro familiar: Família Villela Feijó

Nosso fim de ano não poderia ter fechado de maneira melhor!

Entre os projetos entregues, pudemos presenciar a alegria da família Villela Feijó, que este ano teve mais um motivo para celebrar. Os nove filhos do casal Antonio e Julieta Villela Feijó nos chamaram para contar a bela e surpreendente história dos pais, cuja saga envolve imigração, empreendedorismo, sonhos, sorte, muito sabor e fé. Mais do que a memória dos pais, que estariam completando 100 anos entre 2013 e 2015, nos deparamos com uma vasta iconografia (entre fotos, cartas, documentos etc…) que compõe este desafiador projeto gráfico.

Para a entrega dos livros, a celebração contou com os netos e bisnetos de Antonio e Julieta, que agora poderão carregar com eles as origens de um belo legado.

Queridos Villela Feijó, agradecemos a oportunidade de eternizar esta história que, com toda razão, vocês compartilham com tanto orgulho!

Um caloroso abraço,
Regina e Fred

VillelaFeijócapaVillelaFeijó IMG_20141220_203112293Trecho do livro:

“Antonio cruzou o jardim do Grande Hotel e algo no gramado brilhou. Era
reluzente o bastante para ser percebido. O rapaz se aproximou daquilo e
viu que se tratava de um anel – um anel masculino cravejado de brilhantes.
Carregou a joia até o escritório da gerência.
— Onde você encontrou isso?
— Eu estava atravessando o gramado e vi uma pedra brilhar.
Ao escurecer, era preciso iluminar o Grande Hotel. Na década de 40, as pessoas mal
podiam imaginar postes com sensores automáticos. O dono daquele grande negócio,
Dr. Octavio de Moura Andrade, confiara a Antonio Feijó a função de dobrar as alavancas
da caixa de força e acionar a energia elétrica. Neste intervalo entre o dia claro e a noite
estrelada da pequena cidade de Águas de São Pedro, no interior de São Paulo, o funcionário
que fora designado a ficar na portaria encontrou-se com a sorte.
O dono da joia não tardou a se apresentar, perguntando se alguém a havia
encontrado. Quando soube que Antonio fora o funcionário que achara o anel e fizera o
gesto de entregá-lo ao gerente, o hóspede estrangeiro deu-lhe a recompensa.
No fim daquele dia, Antonio voltou para casa com uma nota de 100 mil réis no
bolso. Era a melhor recompensa que poderia ter recebido. Usaria aquela cédula de
maneira inusitada, sem jamais gastá-la.
Por enquanto, ele pouco sabia, mas seu destino já começava a mudar.”

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“À luz dos números” é o nosso mais recente livro!

Acreditem, contabilidade tem sua poesia e essa empresa tem mais ainda. No dia 22 de novembro, tivemos a alegria de participar do lançamento do livro da Luz & Oliveira Contadores, em Joinville, Santa Catarina.

De uma história de amor a inúmeros encontros, o livro À luz dos números, escrito por Regina Magalhães e Rodrigo Casarin, fala do valor da família e do poder da inquietude de uma jovem que se coloca em movimento e, junto a seus sócios, empreende um respeitável negócio.

Num jantar charmoso e dançante, a noite foi de pura celebração. Rosa, Fernão, Waldir, Marcelo e equipe, que vocês continuem contando histórias que contribuem para a realização de sonhos e prosperidade!

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Lançamento do livro No caminho da precisão

O caminho até a conclusão de um livro é de muito trabalho e dedicação. Quando nos deparamos com o momento da festa de lançamento de uma obra escrita (Fred Linardi) e editada (Regina Magalhães e Rodrigo Casarin) por nós, somos tomados por uma grande alegria. Presenciamos também a emoção dos clientes, assim como daqueles que fizeram parte da história ou que assistiram mais de longe à trajetória que agora poderão conhecer melhor com a leitura do livro.

Ontem foi o dia de brindar com a Mectron, uma empresa de tecnologia que mostrou para nós um mundo tão desconhecido pelo público quanto controverso. Chamou-nos para contar sobre seus primeiros 20 anos. Foi uma das histórias mais inusitadas com a qual já nos deparamos, como mostram as palavras de Regina Rapacci Magalhães proferidas no evento ocorrido em São José dos Campos:

Boa noite.

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer – em meu nome e em nome do meu sócio Fred Linardi, autor da obra – o convite por estar aqui.

Esta fala tem a ver com descobertas.

Quando o Salvador me chamou para uma conversa, a Mectron já estava noiva da Odebrecht e às vésperas dos seus primeiros 20 anos.

Vim curiosa e, por mais que negasse, trazia alguns preconceitos na bagagem. O que é que uma empresa que faz míssil queria falar com uma editora que eterniza memórias que inspiram histórias? O que de inspirador havia de existir no tema mísseis? Para minha surpresa, no hall de entrada estava a imagem do Cristo na Cruz e, nas paredes, ao lado da mesa, desenhos de crianças na sala.

Naquele dia, tive uma aula de cidadania com o Salvador. Como é que eu, uma mulher mais que formada, ainda não tinha parado para pensar na segurança nacional? Como até ali eu era tão alheia a essas questões?

Saí orgulhosa por entender que, apesar do nosso imenso território e apesar de nossa tendência a receber com pouco senso crítico o que vem de fora, eu poderia dormir sossegada porque, graças ao trabalho em harmonia, de militares e civis, governo e indústria, ninguém iria invadir o meu país. Ainda assim o tema se ligava à guerra. E guerra não é um assunto inspirador.

Muito bem. Viemos para uma segunda reunião. Explicamos o quanto seria importante para nós poder fazer ao longo do projeto, além das perguntas esperadas, também aquelas que pulsavam internamente. Por exemplo, tocar no assunto exportação. Toparam. E que o tema guerra também não fosse um tabu. Toparam. E então, mergulhamos de cabeça.

O mundo militar também foi uma novidade. Até então, nunca havíamos chegado tão perto. Mais do que patentes, encontramos homens brilhantes, comprometidos com um propósito, transbordando paixão e respeito com seus papéis, mesmo os que já estão na reserva. Assim igualmente sentimos com cada colaborador que encontramos ou entrevistamos.

Tamanha é a gentileza que pairava no ar, que uma vez o Fred, tentando definir a leveza e carisma das pessoas, resumiu suas impressões: “A Mectron tem uma atmosfera que poderia ser uma fábrica de chocolate!”.

Com todo seu potencial, importância e talento, como aquela empresa tinha tamanha simplicidade em seu DNA? Simplicidade de nobres. Mas, ainda estávamos em conflito.

Então, eu e o Fred, chamamos um filósofo para um papo. Por que ainda nos sentíamos assim? E foi aí que tudo ficou mais do que claro. Na condução da conversa, percebemos que o tema é sim polêmico. Mas a forma como estes fundadores o trataram, desde o início da empresa, sempre foi pelo amor à pesquisa, à Pátria, ao conhecimento, à tecnologia que dê sustentação para um desenvolvimento que não abrace apenas o que é mecânico. A Mectron também se preocupa com o desenvolvimento humano e que ele seja agraciado com tudo que derive desta tecnologia de precisão, produzida em solo nacional. Foram estes os sentimentos que levaram estes homens de alma empreendedora, superar as condições espartanas que muitas vezes tiveram de enfrentar, tendo sempre ao seu lado uma brava gente, um time de colaboradores fiéis, comungando forças a cada obstáculo, ainda que representassem significativos sacrifícios. Pois bem, o segredo de tudo isso estava na intenção destes cinco sócios, que não passava pelo simples desejo de poder.

E aí, olhando a complexidade do mundo, fomos preenchidos pela gratidão e orgulho do nosso país, da nossa inteligência, da nossa riqueza e de tudo que ainda vamos conquistar.

Então, alguém precisa sim pensar na segurança da nossa Nação, do nosso povo, na defesa de nossos interesses, na garantia de proteção.

Deste projeto, saímos mais brasileiros e mais responsáveis. Nisso tudo, qual o nosso papel como cidadãos? Essa é a pergunta que deixamos aberta aos leitores. Não devemos abrir mão de refletir, de participar e acompanhar decisões que, apesar de fugirem ao nosso cotidiano, são tão importantes quanto o mundo material e espiritual. Afinal, com este livro descobrimos que, entre esses dois mundos, o céu e a terra, existe a Soberania Nacional!

Ao nosso Brasil e à Mectron, agora com o sobrenome Odebrecht, um futuro de paz e prosperidade.

Obrigada.

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Início do primeiro capítulo:

Se alguém acreditava que as previsões de conflitos não seguiriam adiante, a realidade se impôs ao próprio cotidiano. A verdade estava diante do olhar de todos que observavam um movimento diferente nas ruas de Bagdá. Moradores da cidade saíram para fazer compras esvaziando as prateleiras do supermercado. O Edifício 9 do Conjunto al Salhia, assim como outros prédios da capital iraquiana, recebeu militares que instalaram baterias antiaéreas em seu telhado. Apesar das notícias, dos possíveis riscos de ataque, tudo indicava que a situação não era para pânico. A única certeza que tinham os brasileiros, russos, americanos, tailandeses, egípcios e outros estrangeiros que viviam no Iraque era de que o presidente Saddam Hussein havia decretado uma invasão ao pequeno Kuwait na madrugada do dia 2 de agosto. As primeiras consequências foram o embargo econômico internacional e o decreto da ONU para que estrangeiros deixassem o país assim que possível.

Mas o possível dependia das regras do governo socialista do ditador árabe. Como de praxe em vários países, todos os estrangeiros que permanecessem por mais de 30 dias no Iraque precisariam de um visto para deixar o território. Em possível zona de guerra, as regras não mudaram. Naquele segundo semestre de 1990, quando os jornais noticiavam para o mundo as possibilidades da Guerra do Golfo, jornalistas internacionais ficaram loucos para entrar em solo iraquiano e desempenhar seus trabalhos. Enquanto isso, milhares de estrangeiros que trabalhavam no país passaram a rezar, cada qual na sua fé, para conseguirem seus vistos de saída, o mais rápido possível, antes que a provável guerra se deflagrasse.

(…)

Como sempre, primamos tanto pelo conteúdo quanto pela “embalagem”. O projeto gráfico foi realizado em parceria com Marcelo Casalecchi e ilustrações de Nicolas Cares, integrantes da equipe da ArteMidia.

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