Voz do cliente – Camillo Nader

Em 2008 produzimos uma Joia de Papel para o empresário Camillo Nader. Neste depoimento ele relembra um pouco sobre o processo e a importância deste trabalho em sua vida.

 

 

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O assunto é casamento

Em nossas andanças, nos deparamos com esse cantinho especial chamado Casa Amarela Casamentos. Foi lá que, na semana passada, tivemos o privilégio de novos encontros enquanto expúnhamos nosso trabalho para casais que querem um registro literário de suas histórias.

E há algo ainda não dito sobre a celebração de casamentos? Certamente não, mas esse é um tema que nunca se esgota porque traz aquilo que move a vida: o AMOR!

E como as histórias de amor partem de encontros de outras histórias de vida, na Casa Amarela não foi diferente. As pessoas ali não estão e nem chegam por acaso. A diferença é que num mundo onde as celebrações agora contam com uma potente indústria, um grupo de profissionais no assunto, optou por seguir uma direção alternativa e oferecer aos noivos algo mais orgânico e artesanal, sem perder a excelência e espontaneidade.

Se pensarmos pela estrutura, há na celebração aspectos comuns a qualquer cerimônia: o espaço, o convite, os noivos (claro!), a comida, os trajes. Mas há algo que merece nunca ser esquecido: o propósito!

É ao redor do propósito e da essência desse amor e sendo coerente à identidade do casal e tudo que ele traz, que toda a proposta da Casa Amarela se desdobra, num processo não impositivo, mas inclusivo e participativo.

Quantas histórias ali são contadas? Muitas! A noiva traz a sua, o noivo a dele. Sem falar nos pais, padrinhos, amigos. Mas tem a história da florista que honra sua vocação e as flores, pensando em arranjos que melhor representem os noivos e encante os convidados; a da calígrafa e cerimonialista que imprime estilo e beleza onde sua letra toca e harmoniza todo o enredo da festa; a chef que desenvolve um cardápio que remete à memória, nutrindo as pessoas de corpo e alma; e tantas outras, como quem cuida dos docinhos com arte, até chegar à dos próprios anfitriões da Casa Amarela que decidiram abrir o espaço – que há onze anos celebra festas infantis – para também reverenciar o amor e tantos encontros de um jeito especial.

Assim, já que quem casa quer casa, a Casa Amarela está de portas abertas!

(Fotos por Viés Fotografia)

 

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Voz do cliente – Douglas Prats

Douglas Prats foi nosso primeiro cliente, na época em que a Biografias & Profecias passava de um sonho para a realidade. Era 2006 quando apresentamos para ele a ideia de uma editora com essa proposta e ele não só apreciou como já quis um livro.

Agora quem conta a história é ele:

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Oficina de escrita

Se você mesmo ou sua equipe desejam se aventurar pelo universo da escrita, podemos criar uma solução de apoio especialmente para o seu projeto.

Afinal, o mundo está repleto de boas histórias e escritores que precisam apenas de um empurrãozinho. Seja por quem for, as histórias precisam ser eternizadas para garantir a ponte mágica entre passado, presente e futuro. Foi por isso que decidimos compartilhar numa oficina as ferramentas que apoiam nossa criação para que todos acolham seus impulsos de escrever o que vivenciaram, criando registros para além do tempo e espaço.

As oficinas podem ser aplicadas individualmente, sob medida para cada ocasião, em grupos familiares e em ambientes corporativos, neste caso, também como um processo de educação e pertencimento.

Entre os conteúdos abordados estão:

– As fases do desenvolvimento humano (baseado na Antroposofia)
– Escrita rápida (técnica de escrita criativa, a partir do Professor Edvaldo Pereira Lima)
– A jornada do herói (segundo Joseph Campbell e outros pesquisadores)
– Recursos literários (ferramentas do Jornalismo Literário)
– Mapa mental
– Noções de linguagem gráfica

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Novo livro: Encontros que celebram a vida

Sabemos que dizer que se trata de um “projeto especial” já está ficando repetitivo na nossa história. Mas fazer o quê? Não podemos nos queixar desse nosso trabalho!

Então mais uma vez, afirmamos em alto e bom som: este foi um livro muito especial. Ficamos honrados em contar essa história que foi assim…

Em novembro do ano passado, fomos chamados pela família desta biografada, pois queriam presenteá-la em seu aniversário, no dia 28 de fevereiro. O tempo era curto, mas viável de se fazer algo do tamanho de uma bela homenagem. Conversamos com o marido, os filhos e com a própria protagonista da história, que, sem desconfiar de nada, nos contou um pouco sobre algumas passagens de sua vida. Em paralelo, colhemos depoimentos daqueles que cruzaram e que fazem parte de sua vida. Familiares, amigos, colaboradores…

A surpresa estava garantida!

Decidido que o livro viria dentro de uma caixa, a filha da biografada nos contou que a mãe adorava trabalhos em patchwork e conhecia uma costureira ideal para providenciar este tecido, que usamos para encapar o exterior da caixa. Na parte interna, um tecido menos espesso e mais neutro.

Compondo a narrativa de sua vida, o projeto gráfico contou com fotos de sua história e elementos gráficos que conversam com sua personalidade… No caso dela, algo suave e alegre, com pinceladas a presença de aquarelas. Dessa forma, aquarelas da própria homenageada ilustram os inícios de cada capítulo.

Foi um desafio para a família selecionar dezenas de fotos sem que ela percebesse. Mas valeu a pena!

 

 

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Lançamento: Figurinha – O Palhaço sobre rodas

É com muita alegria que noticiamos, para nossos respeitabilíssimos  leitores, a entrega de mais um projeto dentro da variedade de opções de formatos que os textos biográficos comportam. Alegria também estar no terceiro projeto do gênero com o Circo Navegador, que nesta realização contou com o importante apoio do Proac – lei estadual de incentivo à cultura.

Trata-se de uma revista que conta a biografia de Nelson Garcia, o Palhaço Figurinha, integrante de dois dos circos mais tradicionais e famosos do Brasil (o Garcia e o Piolim) nas décadas de 40 e 50.

Representante estelar da arte da diversão, Nelson Garcia iniciou a carreira sob a alcunha de Pinguim, antes de ser rebatizado pelo seu pai (o qual compreendemos perfeitamente, afinal, um pinguim nos trópicos só podia ser coisa de uma gigantesca Figura, epíteto suavizado pela quantidade de carinho que inspirava).

Com o advento da televisão, o circo – antes de ver sua arena virar antena – foi por muitos anos a maior fonte de entretenimento e cultura da sociedade, inclusive no Brasil, visitando e disseminando a sua magia tanto nas capitais quanto nas regiões mais recônditas do país.
Além de alimentar o aspecto lúdico intrínseco à natureza humana, o circo foi um dos laboratórios das primeiras experiências do que chamamos hoje de globalização. Não em referência ao Globo da Morte, que contava com a participação do Figurinha pedalando sua bicicleta em meio às motos de roncos selvagens que aceleravam a respiração e batimento cardíaco de toda a plateia. Mas sim pelo fato de ser um veículo de informação, que transitava levando todo um universo para as pequenas cidades. Sob a lona, o resultado da criação e convívio de artistas provenientes de várias etnias e ascendências como alemães, poloneses, russos, ciganos e dá-lhe etc.!

Imagine as experiências que essa comunhão podia proporcionar, ainda mais nas excursões que as companhias faziam pelo interior dos interiores em cidades do nordeste, por exemplo?

Figurinha, que hoje brilha nos picadeiros celestiais, também se caracterizava por uma completa adaptação entre as dimensões moderna e tradicional de um mundo em constante mudança. Se por um lado a TV diminuía o público do circo, por outro dava asas para Nelson Garcia, que aprendeu a consertar os aparelhos então futuristas, formando-se técnico em Rádio e Televisão e aproveitando sua habilidade plenamente desenvolvida em montar e desmontar seus outros engenhos: as bicicletas.

Outra amostra dessa capacidade se deu quando uniu a ancestral carreira de palhaço com uma atividade de vanguarda na década de 60: a de garoto propaganda, contratado pela Monark.RevistaFigurinha_capa

Igual know-how a Biografias & Profecias procura desenvolver em seus trabalhos biográficos ao fazer a ponte entre a memória e a contemporaneidade, seja de pessoas, famílias ou de empresas. Aliás, esta revista também vem para homenagear a família Garcia como um todo.

Revisitar o passado não é um exercício destinado a cultivar um saudosismo inócuo, mas sim a reavivar as fragrâncias das flores de nossos sentimentos ainda tenros, ainda brotos. Sim, esse pode ser o aroma do antigo, uma rosa perfumada de uma bela recordação. Assim, damos um passo para saber de onde viemos e quem somos, enquanto o “para onde vamos” vai se aproximando, sempre iminente e imanente.

“A alegria é o sinal pelo qual a vida marca o seu triunfo”
Alexis Carrel

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Caçamba de Entulhos

Por Frederico Boldrin

Mudar-se, às vezes, é tão difícil quanto mudar um hábito. Mudei-me de apartamento há duas semanas e, além do fato de ser muito trabalhoso, notei que acumulamos coisas que – como sempre pensamos – um dia nos serão úteis. Acontece que quase nunca estamos certos. É preciso mudar o costume de acumular objetos, pois corremos o risco de nos tornar aquilo que guardamos: fúteis.

E é preciso também lembrar que entre útil e fútil, dependendo do ponto de vista, não há muita diferença.

Além dos inúmeros itens como enfeites, papéis, capa de óculos sem óculos e roupas velhas, vi-me, no novo apartamento, rodeado por livros. Foi difícil, para não dizer doloroso, me livrar de alguns deles. “Será que me livro dos livros?”, perguntei-me. E no fim, fiquei livre deles. Carreguei-os na mochila e fui a um sebo para doá-los, e assim tirei um enorme peso das costas. Alguns deles não me agradaram, outros simplesmente não havia lido e outros comecei a ler uma dezena de vezes, mas sempre parava no mesmo lugar. Acumulavam um espaço que eu já não tinha. Pensei até em adquirir um leitor de livro digital, mas, de todos que manuseei até agora, nenhum me agradou. Vai ver meu apego ao livro físico continua forte; o cheiro e as texturas das páginas são algumas das boas sensações da vida. Mais ainda quando a peça, por si só, é uma arte. Sei que há livros que jamais abrirei mão, que foram fundamentais para mim. Eles não somente trazem uma excelente história impressa, como também me despertam sentimentos e recordações que me levam, quase literalmente, para um outro lugar.

Acredito sim que é preciso se desprender de certos objetos que nada nos dizem e valorizar mais os seres humanos (ou ao menos, a própria vida), que muito têm a nos dizer. Sair, refletir, construir novos relacionamentos e histórias, amar e beijar, retirar-se da zona de conforto e solidificar novas memórias duradouras. Afinal, já diziam os poetas que somos apenas memória. Mudar de apartamento, cidade ou país, nos traz a sensação de recomeço, até de renascimento; podemos tentar adotar uma nova postura, enxergar o mundo de outra forma, adquirir alguns hábitos e se desenrascar de outros, mas nada disso será possível se não nos reconhecermos no agora, se não olharmos para o passado e resgatarmos a trajetória que nos levou até aqui.

Muitas vezes tendemos a esperar algo externo para que possamos mudar nossos hábitos. Por mais que mudar de casa, escola, trabalho, país etc. possa ser um bom impulso para tentar mudar como somos, a mudança externa, física, pouco ajudará para ocorrer a mudança interna. Essa só você é capaz de fazê-la e, por mais trabalhoso que possa ser, não é preciso nenhum caminhão de mudança. Talvez apenas uma caçamba de entulhos.

 

Caçamba01

Caçamba03

Um dos exemplos de livros que jamais abrirei mão.

 

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B&P na TV Vanguarda

Nossos meses de janeiro e fevereiro parecem ter seguido o ritmo de final de ano e as coisas por aqui não pararam.

Preparamos o fechamento de dois belos projetos (logo mais daremos notícias), mergulhamos na escrita e edição de mais dois livros e ainda tivemos a oportunidade de conversar com Carlos Abranches, em seu programa Vanguarda Comunidade, veiculado pela TV Vanguarda, afiliada da Rede Globo no Vale do Paraíba.

O convite para Regina Rapacci falar sobre registro de memórias e histórias de vida foi uma alegria para nós. Além disso, tivemos o privilégio de reencontrar duas clientes que já passaram por nós e carregam hoje suas histórias (empresa e família) eternizadas no papel.

Sem mais delongas, aqui seguem os três blocos do programa:

Vanguarda_bloco01

Bloco 01

Vanguarda_bloco02

Bloco 02

Vanguarda_bloco03

Bloco 03

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Para começar 2016!

profecias

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Lançamento de livro: “Uma vez Caramuru…”

Sempre alerta!

Não podemos deixar o mês de novembro passar sem compartilhar mais um projeto que realizamos e que teve seu lançamento ainda no começo do mês, numa data muito especial para este grupo.

Em meados de 2015, o Grupo Escoteiro Caramuru nos chamou para ajudá-los a realizar o livro comemorativo dos seus 60 anos. Eles já haviam colhido grande parte dos depoimentos das pessoas que fizeram parte de sua história, e principalmente daqueles que hoje trabalham com dedicação para manter o espírito do grupo. São pais, mães, simpatizantes, além dos próprios jovens escoteiros.

Diante daquela série de depoimentos, cada um à sua maneira, prezando por detalhes, momentos de descontração ou relatos mais sérios e factuais, nos colocamos no desafio de ordenar a história, encontrar um roteiro e uma linguagem equilibrada.

Além disso, passamos por algumas reuniões para entender melhor alguns termos do escotismo, além do vocabulário japonês. Sim! É que este grupo é característico por ter sido originado na comunidade de imigrantes japoneses em São Paulo. Uma das figuras mais importantes da história é Ryozo Osoegawa, conhecido carinhosamente como Chefão.

E foi na celebração do aniversário de falecimento deste líder, que em 2015 completa 20 anos, que o Grupo Escoteiros Caramuru escolheu para o lançamento do livro Uma vez Caramuru…

A festa ocorreu acompanhada de bolos, frutas, salgados e os saborosos doces de nozes e quindim. Diversas gerações confraternizaram e apreciaram as histórias, predominantemente contadas por gerações mais antigas de escoteiros. Uma dessas histórias foi relembrada pelo querido Buda, que chegou a arrancar risos da plateia. Contou ele que em sua época de escoteiro estava se escondendo de um grupo rival junto aos amigos. Era necessário que todos ficassem em silêncio para que não fossem descobertos, porém um deles acabou soltando um pum que desencadeou uma série de altas risadas revelando o pequeno grupo aos adversários. Depois dos risos, deixou um emocionante recado para as próximas gerações.

Com muitos cantos e gritos de guerra, ao final os lobinhos, pioneiros e seniores formaram rodas e pularam girando para celebrar além de tudo o forte laço entre eles, característica marcante do grupo. Mesmo com o clima nublado e fresco, a chama da união se mantinha acesa e aquecendo a todos, como uma grande fogueira.

Para nós, mais um dever cumprido!

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Compartilhamos aqui um trecho do livro que destaca essa união tão presente no Grupo de Escoteiros Caramuru, quando fala sobre um dos trabalhos de artesanato:

“Tradicionalmente, as mães do Artesanato doam duas colchas de patchwork confeccionadas durante todo o ano, montadas pedaço por pedaço e rifadas no Bazar. Longe de ser somente um bonito prêmio para os vencedores do sorteio, esses itens retratam o compromisso e o senso da união escoteira: todos os pais e mães colaboram na costura dos pedaços de tecidos, geralmente doados ao grupo – uma tradição iniciada pela saudosa Paula Hori.

Certa vez, alguém perguntou: “Por que são cortados pedaços tão pequenos de tecido para fazer uma colcha tão grande, quando seria muito mais fácil concluí-la se os pedaços fossem maiores?” A resposta estava no próprio resultado: ‘É que um grande trabalho se faz a partir de pequenos pedaços e muitas mãos.'”

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