Narrar sua história é gerar empatia

Nos deparamos com essa ótima entrevista concedida por Rodrigo Cogo à Rádio CBN e fizemos questão de compartilhá-la com nosso público. Ela reforça o conceito de que histórias podem apoiar diferentes processos nas empresas.

Relembramos muito das dezenas de experiências positivas que nossos clientes, colaboradores, amigos e familiares já tiveram ao longo do processo de construção de história que a Biografias & Profecias oferece desde 2006.

Desde quando passamos a atender as empresas, nos colocamos a encarar um novo aprendizado, com algumas diferenças em comparação às histórias familiares. Mas desde o começo seguimos uma premissa que reúne a realidade das famílias e das empresas: ambas são formadas por pessoas. Portanto, o valor que continua nos acompanhando é o da humanização.

Numa era em que todos falam muito e poucos têm tempo ou interesse para escutar, sabíamos que a maneira para chamar a atenção do nosso leitor seria contar a história de maneira atraente, respeitando o tempo que ele porventura reserva.

Rodrigo Cogo vai direto ao assunto ao apontar que hoje as empresas começam a resgatar as vidas que existem por trás de documentos e números. São pessoas repletas de emoções e, claro, memórias. E quando se junta esse arcabouço de histórias, temos um conjunto de narrativas com emoções da vida real e vozes autênticas. Rodrigo, que acaba de lançar um livro sobre o assunto, Storytelling – as narrativas da memória na estratégia da comunicação, ainda é enfático ao dizer que, além das boas repercussões internas, os desdobramentos ao público externo são também os mais variados.

Não é de hoje que o mercado (ou a humanidade) percebe a eficiência de se compartilhar as histórias reais da marca e das pessoas que trabalham ou convivem com ela de alguma maneira. Outro especialista no assunto, Adilson Xavier, apresenta logo no início do livro Storytelling – histórias que deixam marcas, o drama vivenciado por publicitários e outros comunicadores diante deste quadro atual em que a tecnologia passa a pedir mais afetividade; a opções de entretenimento se conflituam com o tempo possível das pessoas; o volume de informação briga com a capacidade de retenção; e a superficialidade gera uma sede por profundidade.

Diante dos processos que conduzimos (de livros a oficinas de histórias de vida) e os resultados (as histórias compartilhadas), podemos testemunhar o que vai além: o despertar da empatia ao assunto, às outras pessoas e, claro, à marca.

Se você é empresário – seja de pequena, média ou grande empresa – vale a pena ganhar 30 minutos do seu dia ouvindo o que Rodrigo Cogo diz sobre essa estratégia repleta de vida e empatia.

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