Novo livro familiar: Família Villela Feijó

Nosso fim de ano não poderia ter fechado de maneira melhor!

Entre os projetos entregues, pudemos presenciar a alegria da família Villela Feijó, que este ano teve mais um motivo para celebrar. Os nove filhos do casal Antonio e Julieta Villela Feijó nos chamaram para contar a bela e surpreendente história dos pais, cuja saga envolve imigração, empreendedorismo, sonhos, sorte, muito sabor e fé. Mais do que a memória dos pais, que estariam completando 100 anos entre 2013 e 2015, nos deparamos com uma vasta iconografia (entre fotos, cartas, documentos etc…) que compõe este desafiador projeto gráfico.

Para a entrega dos livros, a celebração contou com os netos e bisnetos de Antonio e Julieta, que agora poderão carregar com eles as origens de um belo legado.

Queridos Villela Feijó, agradecemos a oportunidade de eternizar esta história que, com toda razão, vocês compartilham com tanto orgulho!

Um caloroso abraço,
Regina e Fred

VillelaFeijócapaVillelaFeijó IMG_20141220_203112293Trecho do livro:

“Antonio cruzou o jardim do Grande Hotel e algo no gramado brilhou. Era
reluzente o bastante para ser percebido. O rapaz se aproximou daquilo e
viu que se tratava de um anel – um anel masculino cravejado de brilhantes.
Carregou a joia até o escritório da gerência.
— Onde você encontrou isso?
— Eu estava atravessando o gramado e vi uma pedra brilhar.
Ao escurecer, era preciso iluminar o Grande Hotel. Na década de 40, as pessoas mal
podiam imaginar postes com sensores automáticos. O dono daquele grande negócio,
Dr. Octavio de Moura Andrade, confiara a Antonio Feijó a função de dobrar as alavancas
da caixa de força e acionar a energia elétrica. Neste intervalo entre o dia claro e a noite
estrelada da pequena cidade de Águas de São Pedro, no interior de São Paulo, o funcionário
que fora designado a ficar na portaria encontrou-se com a sorte.
O dono da joia não tardou a se apresentar, perguntando se alguém a havia
encontrado. Quando soube que Antonio fora o funcionário que achara o anel e fizera o
gesto de entregá-lo ao gerente, o hóspede estrangeiro deu-lhe a recompensa.
No fim daquele dia, Antonio voltou para casa com uma nota de 100 mil réis no
bolso. Era a melhor recompensa que poderia ter recebido. Usaria aquela cédula de
maneira inusitada, sem jamais gastá-la.
Por enquanto, ele pouco sabia, mas seu destino já começava a mudar.”

Categorias: Nossos livros | Tags: , , , , | Deixe um comentário

Navegação de Posts

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Blog no WordPress.com.

%d blogueiros gostam disto: